domingo, 25 de agosto de 2013

Animais geneticamente modificados - 7º ANO


Animais transgênicos: o começo de uma nova era?
A tecnologia transgênica (ou transgenia) é uma ferramenta que permite a modificação genética de animais ou plantas pela introdução de material genético de outra origem (DNA exógeno; como por exemplo genes provenientes de outros animais, plantas ou bactérias) no material genético destes organismos. O uso desta técnica pode trazer muitos benefícios, dentre quais os mais almejados são o melhoramento da eficiência pecuária, a construção de modelos genéticos para o estudo de doenças, a fabricação de bioprodutos pela indústria farmacêutica ou ainda a obtenção de melhorias ou maior conhecimento em diversos outros campos de pesquisa.
O termo “animal transgênico” vem sendo empregado desde o início da década de 80. Os camundongos foram os primeiros mamíferos nos quais a transgenia foi conseguida com sucesso. Dentre os animais de produção, os suínos, coelhos e ovinos foram os primeiros a serem geneticamente modificados, em 1985. A partir de então, animais transgênicos de diversas outras espécies, como bovinos, caprinos, aves e peixes foram produzidos com sucesso e finalidades distintas.
No campo agropecuário, a grande vantagem que se espera com a transgenia é o aumento da produção animal, tal qual se objetiva com a seleção natural porém, com intensidades maiores e prazos menores. Em 1990, por exemplo, foram produzidos suínos com resistência à influenza e, em 1999, camundongos transgênicos pra produção da proteína alfa-lactalbumina, o que possibilitou aumento da produção de leite e suas progênies cresceram 8,7% mais rápido do que as de camundongos normais. Além disso, já existem alguns animais de produção que produzem leite contendo enzimas (como a lactoferrina, lisozima humana ou lisostafina) que possuem a função esperada de proteger tanto os consumidores de leite quanto a glândula mamária dos animais que as produzem contra infecções bacterianas, como a mastite.
Outro exemplo de grande potencial para utilização da transgenia na pecuária é a possibilidade de produzir animais com musculatura dupla. Essa característica naturalmente encontrada nas raças “Belgian blue” e “Piemontês” poderia ser reproduzida em outras raças através da tecnologia de modificação genética. Essa proposta foi idealizada depois que cientistas, no final da década de 90, conseguiram em laboratório inativar o gene da proteína miostatina de camundongos, o que conferiu a estes animais a característica de musculatura dupla, ou seja, o crescimento muscular destes animais foi de duas a três vezes maior quando comparado ao de animais não modificados.
Mais recentemente foram publicados estudos nos quais ovinos e bovinos foram modificados geneticamente para serem, de certo modo, resistentes à encefalopatia espongiforme bovina (BSE, do inglês bovine spongiform encephalopaty), popularmente conhecida como Doença da Vaca Louca. Embora a resistência à doença ainda precise ser demonstrada, esta abordagem mostra que a transgenia pode ser uma importante aliada na erradicação da BSE nos animais de produção.
Na medicina, a tecnologia de produção de animais transgênicos já é sugerida desde os anos 80, e seu valor tem se tornado cada vez mais evidente. Uma das primeiras aplicações propostas foi a utilização destes animais geneticamente modificados para a produção de proteínas terapêuticas (remédios), as quais seriam extraídas principalmente do leite destes animais. Independentemente da transgenia, a produção de remédios ou fármacos a partir de animais ou bactérias começou a ser realizada há muito tempo. Um exemplo clássico é a produção de insulina, para o tratamento de pessoas diabéticas, que começou ocorrer nos anos 20 a partir da extração desta proteína de pâncreas de suínos. No começo dos anos 80 a insulina passou a ser sintetizada a partir de cultivos de bactérias, o que resultou em preços mais acessíveis e maior disponibilidade no mercado. Desde então, diversas outras proteínas, inclusive o hormônio de crescimento humano, tem sido obtidos com o uso de bactérias específicas. Apesar dessa evolução, a utilização de animais transgênicos poderia ser o próximo passo para intensificar o potencial de produção de diversos fármacos. Tomando-se novamente a insulina como exemplo, o uso de animais transgênicos que produzissem a insulina no leite permitiria que este fármaco fosse extraído do leite, purificado e chegasse ao consumidor com um preço muito inferior comparado aos produzidos pelos outros métodos mencionados. Um dos principais fatores envolvidos no barateamento desses produtos seria o volume de produção, que aumenta muito nos animais transgênicos.
Hoje a produção e extração de fármacos do leite de animais transgênicos, chamados de biorreatores, já está bem estabelecida. Centenas de proteínas de interesse médico e farmacêutico já estão sendo produzidas e testadas no mundo. O primeiro fármaco produzido e extraído do leite de biorreatoresfoi o ATryn, lançado pela empresa norte-americana GTC Biotherapeutics. O ATryn é um agente anticoagulante (uma proteína anti-trombina recombinante) purificado do leite de cabras biorreatoras, necessário para pessoas com uma doença genética rara – a deficiência antitrombina hereditária – que os torna vulneráveis à trombose.
Apesar das inúmeras aplicações da transgenia em modelos animais, um grande fator limitante da técnica é sua baixa eficiência. A técnica de transgenia mais antiga, porém mais utilizada, é a microinjeção de DNA no pró-núcleo de embriões. No entanto, além desse método ter obtido pouco progresso, a taxa de nascimento dos animais é baixa, em parte devido à grande perda gestacional destes embriões, por razões ainda não totalmente compreendidas. De todos os embriões produzidos, 0 a 2% resultam em animais nascidos vivos e com a modificação desejada (transgênicos). Além disso, a produção média dos animais vivos e transgênicos é também baixa.
Uma técnica que vem apresentando grandes vantagens sobre as outras é a de transferência nuclear (clonagem) utilizando células geneticamente transformadas como doadoras de núcleo. Nesta técnica, os núcleos das células doadoras, como por exemplo fibroblastos, são introduzidos no oócitos que tiveram seu material genético retirado. Os conjuntos oócito-célula são submetidos à fusão elétrica, para que suas membranas celulares se fundam, e assim o material genético da célula será utilizado pelo oócito como se fosse seu. Em seguida, a ativação química é realizada, a partir de quando se dá o início do desenvolvimento a embrião.
Desde o nascimento da ovelha Dolly (que não é transgênica), a clonagem vem sendo explorada como uma técnica mais eficaz de produção de animais transgênicos. Utilizada como ferramenta da transgenia, a transferência de núcleos mostrou-se muito mais eficiente do que a microinjeção em animais de produção. A grande vantagem da técnica é a possibilidade de manipulação e estudo da célula a ser clonada, antes da produção do animal transgênico. Deste modo, os pesquisadores podem estudar a integração do transgene nas células e escolher somente as células que apresentem a modificação e o genótipo desejado. O objetivo maior é evitar anomalias e problemas gestacionais, aumentando a sobrevivência de embriões, fetos e animais nascidos. Além disso, os animais gerados por clonagem de células modificadas geneticamente serão todos transgênicos, pois portarão em todas as suas células a mesma modificação inicial que estava presente na célula doadora de núcleo; ao contrário de outras técnicas, que podem produzir animais mosaicos, que podem não passar suas novas características para a prole.
De maneira geral, a transgenia oferece novas possibilidades bastante atraentes. Apesar dos desafios ainda serem intrigantes, os resultados já estão aparecendo. A aceitação destes produtos provenientes da engenharia genética deve em pouco tempo alcançar a total aceitação pública, se tornando uma promessa de grande impacto benéfico nas necessidades humanas e animais, tanto médicas quanto de produção. Desde que bem utilizada e com ética, a transgenia é mais uma técnica que vem para somar, que é capaz de gerar novos conhecimentos e ajudar a aumentar a produção de alimento e de fármacos, tornando o acesso à esses subprodutos mais viável à todos os cidadãos.

ATIVIDADES AVES E MAMÍFEROS - 7º ANO



Nome: _____________________________ Série: ______ Data: _______ Professora: _________
Atividades
Aves  (Capitulo 22)
1 – Como é a pele e o corpo as das aves?
2 – Por que as penas das aves são impermeáveis a água?
3 – As aves são animais homeotérmicos. O que significa isso?
4 – O sistema respiratório das aves compreende algumas estruturas. Quais são elas? E além dessas estruturas citadas o que mais as aves possuem?
5 – Para que serve os sacos aéreo? E onde se localizam?
6 – Como é formado o coração das aves?
7 – As aves não têm dentes, mas possuem bico. Para que serve ele?
8 – O que acontece no sistema urinário das aves? E qual é o principal resíduo urinário das aves?
9 –  Quais são as adaptações que acontece para que as aves possam voa?
10 – Qual é o tipo de reprodução que acontece nas aves? E que tipo de fecundação ocorre e por que?

Mamíferos (Capitulo 23)
1 – Como é a pele dos mamíferos?
2 – Quais os tipos de glândulas que os mamíferos produzem? E para que serve cada uma delas?
3 – Os mamíferos são animais homeotérmico. O que significa isso?
4 – Que tipo de respiração ocorre nos mamíferos? E como é formado o tubo respiratório?
5 – Como é formado o coração dos mamíferos? Há mistura de sangue?
6 – Como é formado o sistema digestório dos mamíferos?
7 – Como acontece a digestão?
8 – Quais são os órgãos que formam o sistema urinário dos mamíferos? E o que acontece?
9 – Como ocorre o processo de ruminação?
10 – O que é mutualismo?

Energia Elétrica - 6º Ano



Trabalho - Energia Elétrica

Os avanços tecnológicos dos últimos séculos se mostraram de extrema importância para a sociedade moderna. Equipamentos eletroeletrônicos, como computador, televisão, aparelhos de som, condicionadores de ar, aquecedores e diversos outros equipamentos só existem graças à energia elétrica.
A descoberta das cargas elétricas por Tales de Mileto, na Grécia antiga, foi fundamental para a evolução tecnológica dos tempos modernos.

A energia elétrica é a capacidade de uma corrente elétrica realizar trabalho. Essa forma de energia pode ser obtida através da energia química ou da energia mecânica. Através de turbinas e geradores que transformam essas formas de energia em energia elétrica.
Ela é obtida através da aplicação de uma diferença de potencial entre dois pontos de um condutor, gerando uma corrente elétrica entre seus terminais. Hoje em dia a energia elétrica é a principal fonte de energia do mundo.
A principal função da energia elétrica é a transformação desse tipo de energia em outros tipos, como, por exemplo, a energia mecânica e a energia térmica.
Para calcularmos a energia elétrica usamos a equação:




Eel = P . ∆t


Onde:
Eel é a energia elétrica
P é a potência
∆t é a variação do tempo



No sistema internacional (SI), a energia elétrica é dada em joule (J), porém, a unidade de medida mais utilizada é o quilowatt-hora (kWh).
No Brasil, 98% da energia elétrica produzida vêm das usinas hidrelétricas, e o restante é a combinação das usinas nucleares (Angra I e Angra II) e das fontes de energias renováveis (Termoelétricas e energia Eólica).
As companhias energéticas utilizam o kWh para a medição do consumo de energia elétrica de um determinado estabelecimento. Para calcular a conta de energia elétrica, a companhia energética, multiplica o custo unitário do kWh pela quantidade de energia consumida durante o mês. Por exemplo:
Se o consumo no mês de maio foi de 120 kWh e o custo de 1 kWh é de R$ 0,48, a conta de energia referente a esse mês será de:
C = 120 x 0,48
C = R$ 57,60
FONTE: http://www.brasilescola.com/fisica/energia-eletrica.htm

Responda:
1 – O que é energia elétrica?
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2 – Como a energia elétrica é obtida?
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3 – Qual é a principal função da energia elétrica?
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Atividades para o 7º Ano - Tabela dos Vertebrados



Nome: __________________________________ Série: ____ Data: _________ Professora: _________
Atividades de Ciências
Pesquise em seu livro sobre os animais vertebrados (peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos), colocando a classe, ordem e o nome do animal a que pertence.
Classe
Ordem
Animal